Trans-Atlântico
1 - adj.- que fica além do Oceano Atlântico ou que o atravessa: s.m. - navio de grande porte que atravessa o Oceano Atlântico.
2 - Antigo programa de rádio (RCS) que divulgava a boa e desconhecida música brasileira.
3 - Um espaço de partilha, amizade e solidariedade.
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
terça-feira, fevereiro 27, 2007
sábado, fevereiro 24, 2007
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Fim da amargura ?

Alegre-se o pessoal. Hoje recomeçaram os trabalhos. Ou seja, há mais buracos abertos e ainda não taparam nenhum. Mas já é qualquer coisa...
P.S. Maquiavélico, lembrei-me que estavam a fazer um túnel para um " senhor " que tem casa na Vila (mas vive em New York) ir visitar a amiga a Tires. Como da primeira vez deu barraca, pode ser que pelo túnel ninguém dê por isso.
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Rua da Amargura

A Rua Dr. Alfredo da Costa já várias vezes aqui referida, continua a ser maltratada. São as árvores que se intrometem nos passeios e atiram com os peões para a estrada. São os pombos, que embora simpáticos, infestam as habitações, estragam pinturas de casas, carros, etc. (Até incêndios misteriosos acontecem em coberturas de telhado acabados de reconstruir).
Esta rua com o maior número de casas para trespasse por m2, continua com um estacionamento caótico, tem mais prédios degradados que Beirute (exagero, é certo) e agora tem um piso novo que parece uma pista de automóveis. Para além de outras mazelas.
Esta rua foi alvo recentemente de uma intervenção em parte do subsolo.
Desta vez foi a EDP. Dona da obra segundo lá está escrito. O empreiteiro é a Visabeira (da EDP?) e quem faz o trabalho, neste caso os buracos, é outra empresa que não fixei o nome.
Desta vez foi a EDP. Dona da obra segundo lá está escrito. O empreiteiro é a Visabeira (da EDP?) e quem faz o trabalho, neste caso os buracos, é outra empresa que não fixei o nome.
Os incómodos são muitos, como devem imaginar. Mas, para bem do progresso é lógico que os temos que suportar. No entanto, há mais de 10 (dez) dias que os trabalhos pararam e não há notícias da data de recomeço. Feito um rápido telefonema para o Sr. Presidente da Junta cinco minutos depois tinhamos a resposta. As obras " não pararam ". Apenas foram "suspensas" porque o pessoal foi desviado para outra zona da mesma freguesia e pelos vistos sentem-se lá bem.
O dono da Obra - a EDP - teve o cuidado (?) de não colocar a data para a conclusão apesar de ser obrigatório.
Para finalizar, uma nota de humor:
A grande vantagem é ainda lá estar o sinal de velocidade máxima - 30 Km -porque assim refreia o impeto de alguns automobilistas mais apressados.
P.S. Se um dia alguém se lembrar que aquele trabalho ainda não acabou e vá lá concluí-lo, eu aviso.
O Simão lembrou-me uma história gira acontecida há uns anos. Numa reunião pública onde se discutiam assuntos da Vila, sugerí na altura, a colocação de pequenas lombas na estrada, para moderar a velocidade. (Com um piso degradado, já era grave-agora tem tapete novo) A Senhora Presidente de Câmara na altura - Dra Edite Estrela - indignada respondeu que não . Havia o perigo de as grávidas abortarem....Não é anedota , garanto-vos.
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
World Press Photo 2006 - Expresso
Estavam Simão e Viajante olhando o Céu ( a hora de dormir já tinha passado ) quando uma nuvem especial apareceu, deixando a descoberto novas fotos de um prémio muito especial. Agora de outra publicação. Nesta dizia tratar-se do World Press Photo 2007. Talvez diferença de interpretação, não sei. Mas trata-se apenas de um pormenor. O principal é aguçar o apetite para as exposições que vão aparecer. Na Vila costuma ser no Centro Cultural Olga de Cadaval. E com publicação em livro. Vale a pena esperar.

domingo, fevereiro 18, 2007
AVARIA
O TRANS-ATLÂNTICO "encalhou." Parado no meio do oceano, já enviou vários pedidos de socorro. Para pedir inspiração. Entretanto sentado no convés, numa bela cadeira de espreguiçar, o Viajante vai olhando o Céu. Há várias nuvens brancas, cada qual com uma mensagem própria. Perto de si, contente e saltitante está o Simão. Não percebe porque o barco parou mas pouco lhe importa. A Gatinha como é seu hábito dorme numa cadeira com a sua manta preferida.
O Viajante por sua vez vai pensando, pensando, como saír dalí....
Mas com o Sol quente e a Paz que se faz sentir, vai começar por adormecer.
Ao acordar, já o assunto está resolvido e talvez possa prosseguir viagem.
terça-feira, fevereiro 13, 2007
domingo, fevereiro 11, 2007
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Amor Total (Teresa e António)
Foto internet " Olhares "

Este texto foi publicado em 29.06.2005 em " Travessa Larga ". Penso que neste momento, a quatro dias de um referendo que confunde mais do que esclarece, (uma coisa é a prática da IVG, outra a absurda condenação de mulheres - e os homens ? ) faz todo o sentido, pelo menos para mim, voltar a publicá-lo.
Conhecemos a Teresa e o António há muitos anos. Há muito que não contactamos, mas temos notícias deles. Numa altura em que tanto se fala da IVG, conto-vos a história deste casal.
Conhecemos a Teresa e o António há muitos anos. Há muito que não contactamos, mas temos notícias deles. Numa altura em que tanto se fala da IVG, conto-vos a história deste casal.
A Teresa teve onze fihos, todos rapazes. Podia formar uma equipe de futebol mas não havia ninguém para o banco.
Um dos filhos do casal, o João ( não me recordo se terceiro ou quarto ) nasceu mongoloide. (há outro nome, que confesso, não me lembro). Nasceram mais e o último também nasceu como o João.
Acreditem ou não, a Felicidade imensa daquela família sempre unida, com todas as dificuldades que se calculam, era contagiante.
Um dia o João, não devido à sua doença mas por acidente, faleceu. Não houve revolta, apenas choro. Não houve dúvidas. Apenas a certeza de que tinham feito tudo certo. Que o Amor que tinham dedicado aos filhos, o Amor que estes tinham dedicado aos irmãos, tinha valido a pena.
Um dos filhos do casal, o João ( não me recordo se terceiro ou quarto ) nasceu mongoloide. (há outro nome, que confesso, não me lembro). Nasceram mais e o último também nasceu como o João.
Acreditem ou não, a Felicidade imensa daquela família sempre unida, com todas as dificuldades que se calculam, era contagiante.
Um dia o João, não devido à sua doença mas por acidente, faleceu. Não houve revolta, apenas choro. Não houve dúvidas. Apenas a certeza de que tinham feito tudo certo. Que o Amor que tinham dedicado aos filhos, o Amor que estes tinham dedicado aos irmãos, tinha valido a pena.