quinta-feira, abril 14, 2011

543 - AS ROSAS


 As rosas

Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas
Sophia de Mello Breyner Andresen - Cem Poemas de Sophia
Visão / Jl

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2 Comentários:

Às quinta-feira, 14 abril, 2011 , Anonymous Anónimo disse...

Alguém, que não recordo o nome, canta este bonito poema de Sophia.
ereis

 
Às quinta-feira, 14 abril, 2011 , Blogger Justine disse...

Excelente escolha, Viajante!

 

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