quarta-feira, julho 25, 2007

As dúvidas

As dúvidas. Aparecem de repente, tal como uma neblina matinal. Neblina que se desfaz ao fim da manhã. As dúvidas não. Permanecem. Entranham-se e não se estranham. Fazem parte dele.
Há um exercício muito difícil para as decifrar. Para as dissipar. E ele não consegue. Assim as dúvidas permanecem. Entranhadas. E nada estranhas.

4 Comentários:

Às quarta-feira, 25 julho, 2007 , Blogger Maria disse...

As dúvidas destroem. Corroem lentamente e persistentemente as nossas defesas.
Cautela!
Beijos

 
Às quinta-feira, 26 julho, 2007 , Blogger Leticia Gabian disse...

As dúvidas fazem parte de quem vive. Podemos conviver com elas. Não devemos é viver por elas.
Beijão

 
Às sexta-feira, 27 julho, 2007 , Blogger Concha Pelayo/ AICA (de la Asociación Internacional de Críticos de Arte) disse...

No hay mayor pesadumbre que la duda. Nace y permanece, iza su bandera y el viento que produce nos daña hasta aniquilarnos, hasta caer derrotados, hechos pedazos.

Como dijera Gómez de la Serna: "si buscas la felicidad no analices".

Volveré algún día a Sintra. Es un lugar mágico.

Un abrazo Viajante.

 
Às segunda-feira, 30 julho, 2007 , Blogger Paula Raposo disse...

Concordo...beijos.

 

Enviar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial